Aguarelas de Turner
Livrai-me, Senhor,
De tudo o que for
Vazio de amor
Que nunca me espere
Quem bem me não quer
(Homem ou mulher)
Livrai-me também
De quem me detém
E graça não tem
E mais de quem não
Possui nem um grão
De imaginação.
(Miguel Torga)

Turner na liberdade das suas aguarelas dá-nos a emoção do olhar e do sentir em estado puro.
Este espaço propõe-se convocar, pela voz dos que sabem, múltiplos instantes de vida: luz e sombra; esquecimento e memória; vida e morte...
"Seja qual fôr o caminho que eu escolher um poeta já passou por ele antes de mim"
S. Freud
quarta-feira, maio 11, 2011
E mais de quem não....

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E eu acrscento:
ResponderEliminarÁMEN!
No que me cabe, tenho de ser eu a livrar-me, mas o poema é muito bonito!
ResponderEliminarEsse tipo de gente não era capaz de tirar uma fotografia destas!
ResponderEliminarParabéns.
E que viva Torga [sempre]!
ResponderEliminarabraços,
Eliana Mora
Este poema não é de Miguel Torga mas de Carlos Queirós.
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