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sexta-feira, maio 20, 2011

Duas irmãs

    (Aguarelas de Turner)

Seguindo à deriva por terras do litoral Norte, entra-se em Vila do Conde, seguindo sempre a marginal que nasce na Póvoa. 
 Para quem se passeia com pouco tempo por estas paragens, e as procura sentir numa globalidade, sente como é artificial esta separação, que mais parece querer perpetuar uma diferença de classes.
Vila do Conde, cujo conde se perde na noite dos tempos, na sua parte antiga evoca uma burguesia abastada e uma aristocracia. Póvoa de Varzim cheira mais a peixe, a pescadores e a varinas e respira  naturalidade e autenticidade.
Todavia, passear nas ruas antigas de Vila do Conde, encontrando as suas casas antigas de granito preservadas, deixou-me um grande prazer, que vos trago aqui.

4 comentários:

  1. Que lindas essas portas! As janelas com gradis, o piso da rua...linda foto. Um abraço

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  2. conheço bem as duas terras aliás sou neta de um poveira e de uma vila condense... bela foto!

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  3. "Ai há quantos anos" eu não passo ai! Ando para lá voltar, curiosa com exposições de arte que, das várias galarias aí existentes, me chegam ecos. As tuas palavras com as fotografias (lindas!)apressam-me.

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  4. Gosto de viver na Póvoa, mas reconheço que Vila do Conde é bem mais bonita!

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