Turner na liberdade das suas aguarelas dá-nos a emoção do olhar e do sentir em estado puro.Este espaço propõe-se convocar, pela voz dos que sabem, múltiplos instantes de vida: luz e sombra; esquecimento e memória; vida e morte...
"Seja qual fôr o caminho que eu escolher um poeta já passou por ele antes de mim"
S. Freud
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domingo, março 28, 2010
De Sábado para Domingo um filme- A Single Man -Tom Ford
Um grande filme sobre a dor do isolamento interior, da perda, do desespero, mas também da busca incessante de nos sentirmos vivos.
Vejam-no se puderem!
Olhar o mundo à minha volta,
gostar dos que me são queridos,
usar, da melhor maneira, aquilo, que julgo saber...
terça-feira, março 23, 2010
Cem Anos- Akira Kurosawa
Olhar o mundo à minha volta,
gostar dos que me são queridos,
usar, da melhor maneira, aquilo, que julgo saber...
domingo, março 14, 2010
"Alice no País das Maravilhas"
Gostei muito de o ver esta tarde. Efeitos especiais verdadeiramente ao serviço de uma história. Uma daquelas histórias que nos acompanhará sempre!
Olhar o mundo à minha volta,
gostar dos que me são queridos,
usar, da melhor maneira, aquilo, que julgo saber...
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
De Sábado para Domingo um filme-Invictus- Clint Eastwood
Vivemos diariamente nos nossos círculos mais restritos ou alargados, manifestações de intolerância, por vezes, convenientemente camufladas por polimentos classistas de natureza vária. O sentimento de superioridade leva a que se olhe o diferente como não-pertença do nosso género, sendo portanto um elemento a excluir de forma subtil ou radical. Engenhosamente construímos maneiras de deixarmos ocultos os nossos lados negros, estúpidos ou disformes, projectando-os nos écrans que são os outros, conseguindo assim continuar a olharmo-nos acima de qualquer suspeita.
Vem isto a propósito do filme Invicius, visto na tarde de ontem. Clint EastWood trouxe-nos, uma vez mais, uma obra notável. A história de um homem que depois de trinta anos de cativeiro, soube olhar os que foram responsáveis ou subscreveram um sistema violento e discriminatório, como iguais. Tudo isto, transformando um jogo considerado como coutada dos brancos num corpo de união de toda a nação sul-africana. Um hino ao Homem que Mandela incarna.
Olhar o mundo à minha volta,
gostar dos que me são queridos,
usar, da melhor maneira, aquilo, que julgo saber...
domingo, novembro 08, 2009
De Sábado para Domingo um filme- Shall we dance?- Peter Chelsom
Olhar o mundo à minha volta,
gostar dos que me são queridos,
usar, da melhor maneira, aquilo, que julgo saber...
domingo, outubro 25, 2009
De Sábado para Domingo um filme- Aruitemo aruitemo- Hirokazu Koreeda
http://search.japantimes.co.jp/cgi-bin/ff20080627a1.html
Todo o filme decorre, na sua quase totalidade, no espaço de dois dias, no seio de uma família tradicional japonesa ,reunida no dia do aniversário da morte do filho mais velho. Ao longo deste tempo todos os presentes vão evidenciando os conflitos subjacentes a toda a sua vida, e que se polarizavam em torno da "presença" ausente do filho morto, totalmente idealizado pelos pais.
Assistimos, através dos diálogos carregados de tensões, ironias, e silêncios, à revolta do filho preterido, que aproveita esta reunião familiar para pôr em ordem o seu "deve e haver", sem nunca deixar de nos fazer sentir as suas decepções e afectos.
Se os encontros reactivam o desejo de acabar o que ficou em suspenso, eles também demonstram e confirmam todas as impossibilidades.
Assistimos, através dos diálogos carregados de tensões, ironias, e silêncios, à revolta do filho preterido, que aproveita esta reunião familiar para pôr em ordem o seu "deve e haver", sem nunca deixar de nos fazer sentir as suas decepções e afectos.
Se os encontros reactivam o desejo de acabar o que ficou em suspenso, eles também demonstram e confirmam todas as impossibilidades.
É um filme que ultrapassa a sedução fácil das diferenças culturais para nos mostrar a universalidade da ambivalência humana, que tantas vezes bloqueia a total expressão do que nos vai na alma. Como mensagem final o realizador mostra-nos como acaba por prevalecer nos personagens a capacidade para conservarem no seu interior tudo o que de bom acabou por acontecer. Uma síntese desta ideia é evidenciada no diálogo da jovem mãe com o filho explicando lhe como a memória dos que partem passa a fazer parte de cada um de nós.
Um belo filme que valeu bem a pena e que aconselho, vivamente, a todos os que ainda não o viram.
Um belo filme que valeu bem a pena e que aconselho, vivamente, a todos os que ainda não o viram.
Olhar o mundo à minha volta,
gostar dos que me são queridos,
usar, da melhor maneira, aquilo, que julgo saber...
domingo, outubro 11, 2009
De Sábado para Domingo- Um Mestre do Cinema- Jean Renoir
Olhar o mundo à minha volta,
gostar dos que me são queridos,
usar, da melhor maneira, aquilo, que julgo saber...
domingo, julho 12, 2009
De Sábado para Domingo um filme- E la nave va- Fellini
Quem se lembra desta genial passagem?
Olhar o mundo à minha volta,
gostar dos que me são queridos,
usar, da melhor maneira, aquilo, que julgo saber...
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