
Turner na liberdade das suas aguarelas dá-nos a emoção do olhar e do sentir em estado puro.
Este espaço propõe-se convocar, pela voz dos que sabem, múltiplos instantes de vida: luz e sombra; esquecimento e memória; vida e morte...
"Seja qual fôr o caminho que eu escolher um poeta já passou por ele antes de mim"
S. Freud
terça-feira, outubro 27, 2009
A quem dás a beber à boca...
Falas de sol e lá fora chove.
A quem falas quando
iluminas de uma luz tão quente
cada palavra? A quem dás
a beber a boca, a respirar
o aroma do feno por entre a chuva?
(Eugénio de Andrade- O Peso da Sombra)

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Sempre ele na beleza da sua depuração!
ResponderEliminarSunscrevo inteiramente o que diz o Henrique
ResponderEliminarO Eugénio sabia iluminar as palavras com essa luz quente que nos prende irresistivelmente.
ResponderEliminarO aroma do feno por entre a chuva...
Pois, poeta, esse é um dos imesquecíveis aromas da minha infância.