
fizeram-me sentir um quase pudor de as fotografar. Resta-me dar a palavra a José Ricardo Costa que no seu "Ponteiros parados" escreveu e ilustrou um invejável post sobre a sua Nazaré.
Turner na liberdade das suas aguarelas dá-nos a emoção do olhar e do sentir em estado puro.
Este espaço propõe-se convocar, pela voz dos que sabem, múltiplos instantes de vida: luz e sombra; esquecimento e memória; vida e morte...
Obrigada por me fazer revisitar a Nazaré - há uns anitos que lá não vou.E paro sempre no Sítio...gosto também do que escreve.E do jeito de ser daquelas gentes. V´belas fotos as suas.
ResponderEliminarNão sei de qual goste mais... se das paisagens, se da mulher a quem o tempo acentuou os traços!
ResponderEliminarÉ curioso, que também sinto esse dramatismo na Nazaré. Não sei se por causa de um filme português que vi em miúdo e que retratava a vida perigosa dos pescadores e incluia um naufrágio. Sempre com o pano de fundo das mulheres vestidas de negro.
ResponderEliminarMas gosto destes lugares que tu tão bem fotografaste.