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sábado, fevereiro 20, 2010

Paul Anka - do que me fui lembrar...


O pequeno gira-discos entrou na nossa casa nos tempos em que Paul Anka cantava assim. Lembro-me dos pequenos quarenta e cinco rotações que vi pela primeira vez- Paul Anka, Pat Boone- uns rapazes bonitões, sorridentes e de voz cheia. Havia também um Paul Robeson e outros mais que a memória desfocou. Estes primeiros ficaram e, de uma forma tão nítida e precisa, que quase saberia descrever a camisa de quadrados que o Pat Boone usava naquela capa de disco. Aos poucos a colecção foi aumentando. De vez em quando, lá trazia o meu pai mais um, que escutávamos com todo o entusiasmo. Os grandes setenta e oito rotações, os clássicos, a par das deliciosas histórias infantis. Mais tarde chegaram os "Vampiros" e "O Menino do Bairro Negro"que ouvíamos, à porta fechada. 
E tudo aquilo fazia a nossa alegria, constituindo-se como  "biblioteca" de  afectos.  
Há pouco, ao revisitar algumas fotografias desses tempos, "ouvi" cá dentro uma destss canções. São estes os mistérios da memória...

1 comentário:

  1. Foi mesmo um "ídolo" da pós-adolescência. Boas memórias.

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