
ou, quando a janela se alarga....
Turner na liberdade das suas aguarelas dá-nos a emoção do olhar e do sentir em estado puro.
Este espaço propõe-se convocar, pela voz dos que sabem, múltiplos instantes de vida: luz e sombra; esquecimento e memória; vida e morte...
quando passei por lá, há uns anos, ao fim da tarde, achei que o monstro devia andar por lá porque toda a envolvência desafiava a imaginação (e os medos).
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